
Em entrevistas para a Propmark, Raymundo Barros, o diretor de estratégias da rede Globo, e Roberto Grosman, CTO do SBT, discutiram como a inteligência artificial tem sido integrada nas suas emissoras.
Raymundo vê a Globo como uma líder no campo de implementação de I.A. A emissora já faz uso de ferramentas inteligentes em processos de edição, efeitos visuais, sonorização, correção de cores, tanto para conteúdos de entretenimento como para jornais. Até na Globoplay a I.A já faz parte dos algoritmos de busca e recomendação, assim como participa de otimizações de títulos e matérias para os sites de notícia, contando com uma base de dados própria e com curadoria de jornalistas.
A Globo tem até a sua própria IA. Ela se chama ORA(Oportunidade Real de Agrupamento). Seu propósito é analisar os conteúdos das emissoras e os vídeos de anunciantes. Com isso, ela mapeia as melhores oportunidades de inserção de publicidade, de um jeito que elas se relacionem com o conteúdo consumido.
Já no SBT, Grosman conta, em entrevista separada, como a emissora busca fazer a mesma coisa, mas o processo não está tão adiantado assim. Até a entrevista, a IA no SBT participa das sessões de brainstorming para posts de redes sociais, trabalha na correção de erros gramaticais e na geração de imagens, mas para por aí.
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