A gente vive num contexto em que as redes sociais são um grande perigo para a saúde mental de seus usuários. Seja qual for, TikTok, Instagram, Facebook, X, todos estão sendo colocados como prejudiciais a saúde mental de quem os utiliza e de fato são por design feitos para te prender no app pela maior quantidade de tempo possível. Por isso uma rede social que preza pelo bem da sua saúde mental parece contraditório, mas é isso que a Communia quer fazer.
A plataforma quer criar um ambiente seguro em que as pessoas possam falar sobre seus problemas, dificuldades e batalhas internas mais íntimas. No entanto, se expor dessa forma on-line chega a ser até contra intuitivo para a grande maioria das pessoas, por isso as criadoras pensaram em algumas soluções. Para começar: Não há usuários anônimos. Todos que entram na plataforma devem fazer uma verificação de identidade.
A ideia é que os usuários possam dar suporte uns aos outros, de forma que todas cresçam e melhorem juntos. Além disso, para monetizar a plataforma, a criadora quer que existam grupos que incluam, inclusive, criadores de conteúdo conhecidos onde as pessoas possam ter vínculos mais próximos.

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