O streaming que oferece tudo que os fãs de anime precisam está focado em atingir um público ainda maior. Ele chegou em 2012 No Brasil com apenas 30 animes no catálogo e hoje mira uma expansão ainda maior por aqui e no resto do mundo. O primeiro passo nesse processo foi formar uma identidade visual interessante e que também apelasse ao mundo ocidental.
Apesar da diferença no logo em si não ser gigante, todo o vídeo é como um pronunciamento do que se pode esperar da marca daqui em diante. Muito do visual é mais ousado, estilizado, interessante e com fortes inspirações em elementos das produções japonesas.
Mas esse movimento não ficou só no visual. O streaming fechou acordos com outros serviços, como na Amazon Prime, onde se tornou uma opção de canal pago, e também com a Netflix. Nesse segundo acordo a Crunchyroll decidiu disponibilizar a primeira temporada de alguns animes para o catálogo da Netflix, para criar ainda mais fãs de anime.
Além disso esse enfoque em ocidentalizar o anime se mostra em outras ações da marca, como fazer dublagens inéditas como as brasileiras e com a sua velocidade para lançar e legendar o conteúdo que vem direto do japão.

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